A Paróquia São Luis Maria G. de Montfort , está situada a Rua Dr. Carmelo D' Agostino, 149 - Jardim

sábado, 5 de março de 2016

Festa do Padroeiro 2016

 NOVENA DO PADROEIRO
 São Luis Maria Grignion de Montfort
De 20 a 30 de abril
"São Luís de Montfort, um homem consumido pelo fogo do amor de Deus".

1º DIA – 20/04
Quarta-feira às 20h
“Deus só! Somente Deus nos basta.”
Grupo Amigos de Montfort (GAMO) Perus
Pastoral do Batismo
Dom Devair, Pe. Luciano e Tadeo, smm

2º DIA – 21/04
Quinta-feira às 20h
“São Luís, pai dos Pobres.”
Santuário Virgem dos Pobres – Vila Rosina
Grupos de Rua
Pe. Fábio Marcos

3º DIA – 22/04
Sexta-feira às 20h
“São Luís, apóstolo Amante e Apaixonado da Cruz.”
Paróquia Nossa Senhora da Conceição
Pastoral do Dízimo
Pe. Clodoaldo

4º DIA – 23/04
Sábado às 10h
“São Luís, por Maria, protege nossas Crianças.”
Pastoral da Catequese
Cônegos Regulares Lateranenses

Sábado às 15h
“São Luís, por Maria, protege nossas nossos Doentes.”
Santuário Virgem dos Pobres – Vila Rosina
Vicentinos e Fé e Política
Pe. Fábio Marcos
Padrinhos:

Sábado às 20h
“São Luís, por Maria, protege e conduz as Vocações.”
Crisma, EJC e Grupos de Jovens
Dom Bruno 

 5º DIA – 24/04
Domingo às 08h30
“São Luís, Modelo de Perfeita Obediência.”
Pastoral da Criança
Cônegos Regulares Lateranenses

Domingo às 10h
ALMOÇO TROPEIRO

Domingo às 19h30
Encontro de Casais com Cristo
Pe. Rafael

6º DIA – 25/04
Segunda-feira às 20h
“São Luís, Escravo de amor a Jesus por Maria.”
Área Paroquial Santo Antônio
Terço dos Homens
Pe. Rogério

7º DIA – 26/04
Terça-feira às 20h
“São Luís, coração submisso ao Espírito.”
Paróquia Mãe e Rainha
Famílias da Mãe Peregrina e Pastoral da Acolhida
Pe. Alécio

8º DIA – 27/04
Quarta-feira às 20h
“São Luís, Fiel soldado de Jesus Cristo.”
Paróquia Nossa Sra. das Dores
Pastoral dos Noivos
Pe. Hamilton

9º DIA – 28/04
Solenidade de São Luís Maria G. de Montfort
“São Luís, um homem consumido pelo fogo do amor.”

Quinta-feira às 19h30
Solene Procissão
Itinerário:

Quinta-feira às 20h
Liturgia Paroquial
Dom Angélico S. Bernardino, Pe. Sérgio, Pe. Fabrício e Pe. Tchê

10º DIA
Sexta-feira às 20h
“São Luís, tu serás sacerdote! Modelo de Sacerdote e Missionário.”
Liturgia Paroquial
Dom Odilo Pedro Scherer
Contribuintes dos Carnês e Cofrinhos
Crisma de Adultos

11º DIA – 30/04
Romaria ao Santuário Nacional de Nossa Senhora da Conceição Aparecida – PAROQUIAL
Saída às 04h
Valor: R$ 50,00





Programação da Semana Santa 2016

PROGRAMAÇÃO
SANTA

SEMANA

SANTA

10 DE MARÇO – Quinta-feira
“Do meu pecado todo inteiro vem lavar-me,
apagai completamente a minha culpa!”
19h      Confissões nas Com. São Luís, Santo Antônio e São Francisco

20 DE MARÇO – DOMINGO DE RAMOS.
 “Glorificarei teu nome ó Deus, Hosana nas alturas.”
08h      Procissão saindo das comunidades;
08h30  Concentração na Creche Fé e Alegria, Bênção dos Ramos e Procissão
09h      Missa de Abertura da Semana Santa na Escola Padre Leonel Franca
Coleta da Campanha da Fraternidade

21 DE MARÇO - SEGUNDA-FEIRA SANTA
“É Ele que na gratuidade do amor dá a vida
e não se opõe às escolhas humanas.”
20h00  MISSA DOS HOMENS                  Pe. Sérgio
            Na Com. São Luis de Montfort

20h00  MISSA DAS MULHERES             Pe. Fabrício
Na Com. Santo Antônio

22 DE MARÇO – TERÇA-FEIRA SANTA
 “Ó Senhor, por teu nome e tua honra,
perdoa os meus pecados que são tantos.”
20h      Celebração Penitencial
Na Comunidade Santo Antônio
Encerramento dos Grupos de reflexão da Quaresma

23 DE MARÇO – QUARTA-FEIRA SANTA
“Caminhemos com Ele pelo caminho do calvário até a ressurreição.”
20h      Via Sacra em todas as Comunidades

TRÍDUO PASCAL
DIA 24 DE ABRIL – QUINTA-FEIRA SANTA
Sou mestre que escuta e cuida seu povo, um Deus que se inclina e que lava seus pés.”
9h        Missa dos Santos Óleos com todos os padres  – Catedral da Sé

Missa da Ceia do Senhor e Lava pés.
19h30  Comunidade Nossa Srª das Graças   Seminarista Daniel
            Comunidade Santo Antônio              Pe. Sérgio
            Comunidade Santa Clara                   Pe. Fabrício
21h30  Comunidade São Francisco               Pe. Sérgio
            Comunidade São Luís                       Pe. Fabrício
Após as missas haverá a Vigília Eucarística (Adoração a Jesus Sacramentado) em todas as Comunidades.

25 DE MARÇO – SEXTA-FEIRA SANTA
PAIXÃO E MORTE DO SENHOR – DIA DE JEJUM E ABSTINÊNCIA
“Prova de amor maior não há que doar a vida pelo irmão.”
15h      Solene Ação Litúrgica da Paixão e Morte de N. Senhor Jesus Cristo
Haverá a Coleta para os Lugares Santos
Comunidade Nossa Srª das Graças   Fernando
Comunidade Santo Antônio              Pe. Fabrício
Comunidade Santa Clara                   Paulo Sérgio
Comunidade São Francisco               Seminarista Daniel  
Comunidade São Luís                       Pe. Sérgio
17h30  Procissão saindo da Creche Fé e Alegria em direção ao estacionamento do Atacadão para a Encenação da Paixão de Cristo.
Itinerário: Lua de São Jorge/ ponte da Carmelo D’ Agostinho/ Retão.

26 DE MARÇO – SÁBADO SANTO
SOLENE VIGÍLIA PASCAL
Na luz do Evangelho, acende a esperança.
Vem! Calça as sandálias, assume a missão!”

Benção do Fogo e Círio Pascal com Procissão até a Escola Leonel Franca
19h      Com. Santo Antônio, São Francisco e Nossa Srª das Graças
19h30  São Luís de Montfort e Santa Clara

20h00  Solene Vigília Pascal na Escola Pe. Leonel Franca (Paroquial)
22h30  Vigília Paroquial na Comunidade São Luís

27 DE MARÇO – DOMINGO DA RESSURREIÇÃO
“Cristo ressuscitou! Ressuscitou verdadeiramente, Aleluia.”
06h      Solene Missa Pascal na Escola Pe. Leonel Franca (Paroquial)
19h30  Missa na Comunidade São Luis Montfort
Após a missa teremos o tradicional Café da Ressurreição!

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Bingo beneficente

PARÓQUIA SÃO LUIS MARIA DE MONTFORT  
JD. RINCÃO

BINGO PAROQUIAL BENEFICENTE 

Em prol da construção da nova Igreja

 


 PRÊMIOS
1º -  2 salários mínimos
2º - 1 TV LED 32
3º - 1 Tablet (7 polegadas)


DIA 20 DE SETEMBRO, A PARTIR DAS 15h
Local: Sociedade Amigos da Parada de Taipas

Av. Deputado Cantídio Sampaio,6530
(em frente à escola Humberto Souza Mello)

O valor das 3 cartelas: R$ 10,00
Rodadas intermediárias com excelentes prêmios

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

QUEM SÃO OS IRMÃOS DE JESUS?

Alguns trechos das Sagradas Escrituras aludem aos supostos ‘irmãos’ de Jesus. A fé católica ensina que Maria Santíssima teve somente um filho: Jesus. E que permaneceu sempre virgem, antes, durante e após o parto. Trata-se de verdades de fé que devem ser aceitas por todos os católicos. Todavia, diante do ensinamento da Igreja, como explicar o versículo 55 do Evangelho de Mateus quando indaga: "Não é este o filho do carpinteiro? Não é Maria sua mãe? Não são seus irmãos Tiago, José Simão e Judas?" (Mt 13, 55) Ou, justificar a seguinte afirmação da Carta de São Paulo aos Gálatas, "depois, três anos mais tarde, fui a Jerusalém, para conhecer Cefas, e fiquei com ele quinze dias. Não me encontrei com nenhum outro apóstolo, a não ser com Tiago, irmão do Senhor." (cf. 1, 18-19)?

As respostas estão contidas na própria Escritura. Quanto aos dois Tiagos mencionados nas listas dos apóstolos, são alcunhados Maior e Menor. Tiago Maior é filho de Zebedeu, irmão de São João; portanto, não é este que é irmão de Jesus. Tiago Menor, por sua vez, é o filho de Alfeu. As várias listas dos Apóstolos trazem esses dois Tiagos.

No Evangelho de Mateus, vê-se: "estes são os nomes dos doze apóstolos: primeiro, Simão, chamado Pedro, e depois André, seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu e seu irmão João; Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o publicano; Tiago, filho de Alfeu, e Tadeu, Simão, o cananeu, e Judas Iscariotes, que foi o traidor de Jesus." (cf. 10, 2-4)

No Evangelho de Marcos, igualmente: "eram: Simão (a quem deu o nome de Pedro). Tiago, o filho de zebedeu, e João, seu irmão (aos quais deu o nome de Boanerges, que quer dizer ‘filhos do trovão’); e ainda André, Filipe, Bartolomeu, Mateus, Tomé, Tiago, filho de Alfeu, Tadeu, Simão, o cananeu, e Judas Iscariotes, aquele que o traiu." (cf. 3, 16-19)

E, finalmente, no Evangelho de Lucas, "ao amanhecer, chamou os discípulos e escolheu doze entre eles, aos quais deu o nome de apóstolos: Simão, a quem chamou Pedro, e seu irmão André; Tiago e João, Filipe e Bartolomeu; Mateus e Tomé; Tiago, filho de Alfeu, e Simão, chamado zelote; Judas, filho de Tiago, e Judas Iscariotes, que se tornou o traidor." (6, 13-16)

Portanto, o "Tiago, irmão do Senhor", não é filho de José. Alguém poderia alegar que ele é filho somente de Maria, que se casou com outro homem após a morte de José. Porém, nos trechos referentes às mulheres que estavam aos pés da Cruz do Senhor, temos a mãe de Tiago, que é claramente outra pessoa que não a mãe de Jesus:

No Evangelho de Mateus: "grande número de mulheres estava ali, observando de longe. Elas haviam acompanhado Jesus desde a Galiléia, prestando-lhe serviços. Entre elas estavam Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago e de José e a mãe dos filhos de Zebedeu." (27, 55-56)

No de Marcos, "estavam ali também algumas mulheres olhando de longe; entre elas Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago Menor e de Joset, e Salomé. Quando ele estava na Galiléia, estas o seguiam e lhe prestavam serviços. Estavam ali também muitas outras mulheres que com ele tinham subido a Jerusalém." (15, 40-41)

Os Evangelhos atestam que havia uma Maria que era mãe de Tiago Menor e de José, mas esta Maria não era a mãe de Jesus. Então, quem era ela? Poderiam os chamados "irmãos” de Jesus serem, na verdade, "primos” dele? É o que se vê no Evangelho de São João, "junto à cruz de Jesus, estavam de pé sua mãe e a irmã de sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena." (19, 25)

São João expõe de forma clara que havia, aos pés da cruz, uma irmã de Maria Santíssima, ou seja, uma tia de Jesus. O estranho é que diz que essa Maria é esposa de Cléofas, quando anteriormente, se havia dito ser esposa de Alfeu. Como isso ocorre? Conjecturando, é possível que Cléofas e Alfeu fossem a mesma pessoa, com um nome grego e outro judaico. Ou ainda, que essa Maria, tia de Jesus, casou-se duas vezes, uma com Alfeu, concebendo Tiago e outra com Cléofas, com quem teve outros filhos.

Até aqui, tem-se claramente que "Tiago, irmão do Senhor", tinha outro pai e outra mãe. E que esta mãe era, na verdade, tia de Jesus. Na linguagem bíblica temos que irmão, na verdade, significa "primo", ou seja, significa qualquer parentesco masculino que tenha uma ligação de sangue. É a linguagem semítica, como se vê também no Antigo Testamento. Abraão era chamado irmão de Lot, contudo, ao verificar-se a genealogia dele percebe-se que Lot era seu sobrinho, filho de seu irmão.

Assim, o que se tem é uma comprovação de como os textos bíblicos estão em perfeita harmonia com a Tradição Católica. É dela que deriva a fé na Virgindade Perpétua de Maria e, consequentemente, no fato de que não existiram os supostos "irmãos de Jesus".

Pe. Paulo Ricardo

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

COMO ENTENDER O APOCALIPSE?

“O Apocalipse oferece uma imagem do que é a vida do cristão e a vida da Igreja: uma realidade ao mesmo tempo da terra e do céu, do tempo e da eternidade”.

A interpretação do Apocalipse requer critérios precisos deduzidos deste gênero literário. A palavra grega “apokálypsis” quer dizer revelação. O Apocalipse quer incutir nos leitores uma confiança inabalável na Providência Divina em tempos difíceis para os cristãos. Não vamos aqui analisar os simbolismos dos números, animais, aves, monstros, etc..

No fim do século I era cada vez mais difícil a situação dos cristãos no Império Romano por causa da terrível perseguição pelos imperadores romanos. Tudo começou com Nero, no ano 64, e São João escreveu estando exilado na ilha de Patmos, no mar Egeu, na terrível perseguição de Domiciano (81-96). Muitos cristãos desanimados, abandonavam a fé (apostasia) e aderiam às prática pagãs. Foi em tais circunstâncias sombrias que São João escreveu o Apocalipse.

O livro visava encorajar os fiéis. O Apocalipse é, basicamente, “o livro da esperança cristã” ou da confiança inabalável no Senhor Jesus e nas suas promessas de vitória. Ele quer anunciar a “vitória do Bem sobre o mal”, do reino de Cristo sobre o reino do Mal.

Nem todo o livro do Apocalipse está redigido em estilo apocalíptico. Compreende duas partes anunciadas em Ap 1,19-3,22: revisão de vida das sete comunidades da Ásia Menor às quais São João escreve em estilo sapiencial e pastoral; 4,1-22,15: as coisas que devem acontecer depois. Esta é a parte apocalíptica propriamente dita para a qual se volta a nossa atenção: 4,1-5,14: a corte celeste, com sua liturgia. O Cordeiro “de pé, como que imolado” (5,6), recebe em suas mãos o livro da história da humanidade. Tudo o que acontece no mundo está sob o domínio do Senhor, que é o Rei dos séculos. A parte apocalíptica do livro se abre com uma grandiosa cena de paz e segurança; qualquer quadro de desgraça está subordinado a isso.

O núcleo central do sentido do Apocalipse apresenta, sob forma de símbolos, a luta entre Cristo e Satanás, luta que é o eixo de toda a história. Os sete selos revelam esta luta. A seguir, de 17,1 a 22,17, após os três septenários, ocorre a queda dos agentes do mal: 17,1-19,10: a queda de Babilônia (símbolo da Roma pagã); 19,11-21: a queda das duas Bestas que regem Babilônia (o poder imperial pagão e a religião oficial do império); 20,1-15: a queda do Dragão, instigador do mal.

A seção final (21,1-22,15) mostra a Jerusalém celeste, Esposa do Cordeiro o oposto da Babilônia pervertida. Os versículos 22,16-21 constituem o epílogo do livro.

Em resumo, as calamidades que o Apocalipse apresenta a se desencadear sobre o mundo, não podem ser interpretadas ao pé da letra. Unindo as aflições na terra e alegria no céu, quer dizer aos seus leitores que as tribulações desta vida estão de acordo com a Sabedoria de Deus; foram cuidadosamente previstas pelo Senhor, dentro de um plano harmonioso, onde nada escapa, embora não entendamos.

Ao padecer as aflições da vida cotidiana, os cristãos não devem desanimar. Foi uma forma de consolo que o Apocalipse queria incutir aos seus leitores; não só do século I, mas de todos os tempos da história; isto é, os acontecimentos que nos atingem aqui na terra fazem parte da luta vitoriosa do Bem sobre o mal; é a prolongação da obra do Cordeiro que foi imolado, mas atualmente reina sobre o mundo com as suas chagas glorificadas (cf. c.5). Os cristãos na terra gemem, mas os bem-aventurados na glória cantam aleluia.

No céu os justos não se desesperam com que acontece com os que sofrem na terra; antes, continuam a cantar jubilosamente a Deus porque percebem o sentido das nossas tribulações. O Apocalipse quer mostrar que essa mesma paz do céu deve ser também a dos cristãos na terra, porque, embora vivam no mundo presente, já possuem em suas almas a eternidade e o céu em forma de semente, pela graça santificante, que é a semente da glória celeste.

Assim o Apocalipse oferece uma imagem do que é a vida do cristão e a vida da Igreja: uma realidade ao mesmo tempo da terra e do céu, do tempo e da eternidade. A vida do cristão é celeste, deve ser tranquila, como a vida dos justos que no céu possuem em plenitude aquilo mesmo que os cristãos possuem na terra em gérmen.

A sua mensagem básica do Apocalipse é esta: as desgraças da vida presente, por mais aterradoras que pareçam, estão sujeitas ao sábio plano da Providência Divina, a qual tudo “faz concorrer para o bem daqueles que O amam” (Rm 8,28).

Prof. Felipe Aquino